#JuntosSomosMaisFortes
pela Neuromielite Óptica!

Março Verde e Esperançar

Em 2023, o Março Verde fala sobre a esperança das pessoas com NMO que, pela primeira vez, têm a perspectiva de acesso a tratamentos com o potencial de interromper a progressão da condição, agora disponibilizados no Brasil. 

Com esse novo marco na vida das pessoas com NMO, é chegada a hora de transformar a expectativa em esperança…

ES.PE.RAN.ÇAR [v.]

1. Dar esperanças a.

2. Conceber esperanças; confiar. 

3. Construir, persistir, juntar-se em comunidade, fazer a diferença.

O paciente com NMO esperançava-se quando recebia boas notícias sobre seu tratamento.

No dia 27 de Março celebramos o Dia da Neuromielite Óptica, uma condição com grande potencial incapacitante se não identificada e tratada precocemente. Aqui compartilhamos informações de qualidade sobre a Neuromielite Óptica (NMO) e nos unimos em prol de qualidade de vida para quem tem esse diagnóstico.
#EsperançaNMO NãoMenosprezeOsSinais #TodosPelaCuraNMO #VocêNãoVêMasEuSinto

agenda / programação

06/03

Live “O Sistema Imunológico e a NMO”, com a médica Neurologista, Dra. Ana Claudia Picolo 19h27, no Youtube Neuromielite Optica Brasil

13/03

 Live “Será que estou em surto?”, com o médico neurologista Dr. Fernando Figueira 19h27, no Youtube Neuromielite Optica Brasil

20/03

 Live “O papel do paciente na regulamentação dos novos medicamentos”, com Gustavo San Martin 19h27, no Youtube Neuromielite Optica Brasil

24/03

 Evento “Encontro NMO”, em São Paulo

27/03

Dia da Neuromielite 
Óptica – Iluminação de monumentos nacionais
 
 

Neuromielite Óptica( NMO)

Neuromielite Óptica (NMO), doença de Devic ou distúrbios do espectro da neuromielite óptica (NMOSD) são nomes diferentes para a mesma condição. A NMO é uma patologia neurológica crônica e autoimune que causa inflamação em diferentes locais do sistema nervoso central. A patologia se manifesta através de exacerbações ou ataques. As recorrências mais comuns são de neurite óptica (inflamação do nervo óptico), mielite (inflamação da medula espinhal) ou síndrome da área postrema (inflamação de pequena área do cérebro que causa náuseas, vômitos e soluços).

No mundo: afeta entre 0,052 e 0,44 a cada 100 mil pessoas

No Brasil: existem cerca de 3.500 a 7 mil pessoas com a condição, a estimativa é de 2,5 pessoas a cada 100 mil em São Paulo e de 4,25 a cada 100 mil em Minas Gerais

A NMO não tem cura, mas tem tratamento

Principais sintomas

As manifestações da NMO variam. Uma pessoa com NMO experimentará pelo menos uma sessão de inflamação do nervo óptico e da medula espinhal. Os sinais e sintomas incluem:

SENSAÇÃO DE DORMÊNCIA OU FORMIGAMENTO

ALTERAÇÕES INTESTINAIS E URINÁRIAS

PERDA
TEMPORÁRIA
DE VISÃO

INCHAÇO
DO DISCO
ÓPTICO

NÁUSEAS,
VÔMITOS E SOLUÇOS

DIFICULDADE DE LOCOMOÇÃO

DOR
NOS OLHOS

SENSIBILIDADE REDUZIDA À COR

Diagnóstico da NMO

A Neuromielite Óptica (NMO) sem tratamento pode levar à cegueira permanente, fraqueza muscular, paralisia, depressão e morte. A identificação dos primeiros sinais e diagnóstico precoce podem evitar mais sequelas e salvar vidas.

O Março Verde pela Neuromielite Óptica vem para falarmos dessas sequelas, visíveis e invisíveis. O diagnóstico da NMO é baseado no que a pessoa conta ao médico, no exame clínico no consultório e a partir de alguns exames laboratoriais, como por exemplo:

Ressonância magnética – Danos e lesões em torno dos nervos no cérebro e na medula espinhal

Exame de sangue – Presença do anticorpo anti-aquaporina-4

Punção lombar – é coletada uma pequena quantidade de um líquido da medula, para análise da inflamação

Exame clínico – avaliação a partir dos sintomas, que podem ocorrer devido à neurite óptica e à mielite aguda

Tratamento da NMO

O tratamento para a NMO divide-se no tratamento das crises e na fase de manutenção, ou seja, na prevenção de novos episódios.

Crises – pulsoterapia com corticoide (sessões de infusão de altas doses de um medicamento) ou plasmaférese (filtro que remove proteínas do plasma). Algumas outras medicações também podem ser utilizadas.

Fases de manutenção – imunossupressores ou agentes biológicos. O neurologista irá avaliar qual é a melhor medicação a ser utilizada em cada caso.

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